Mostrando postagens com marcador Viral. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Viral. Mostrar todas as postagens

27/12/2007



O Gustavo Fortes citou uma relação dos 5 vídeos virais mais assistidos em 2007 que veio a calhar nessa correria de final de ano.

A lista, elaborada pelo Financial Times, segue com:
Cadbury - Gorilla Drummer com 5 milhões de views

Smirnoff - Green Tea Partay com 3.4 milhões de views

Ray-Ban - Catch Sunglasses com 3.2 milhões de views

Blendtec - Will it Blend? iPhone com 2.7 milhões de views

Lynx/Axe – Bom chicka wah wah com 2.6 milhões de views

Com o aperto de tempo e as merecidas férias, faço deste o último post de 2007 com o desejo de felicidades e sucesso neste novo ano e a certeza de que grandes novidades virão para este blog.

Feliz 2008

Por Rafael Amaral às 14:19
Categoria:

5 Comentários Trackbacks

13/12/2007



Os aparelhos celulares são tão presentes no nosso cotidiano que tem até operadora rotulando os consumidores para vender planos de Natal.

Segundo as contas da Anatel, existem no Brasil 0,53 celular ativo para cada habitante. Não é à toa que as estratégias de mobile marketing andam crescendo no país.

Mas não é só aqui que o aparelinho e as campanhas que o envolvem fazem sucesso. O Rafael Ziggy mostrou recentemente uma campanha viral para o novo Astra TwinTop que gerou, a partir de 20 mil contatos iniciais, 450.000 ligações.

A idéia do videozinho ou hotsite que liga para o seu celular não é nova. O Yahoo! já usou, o Mini fez algo parecido e até a Seat arriscou-se. A novidade foi a abrangência enorme que a campanha teve.

Como o xará disse, esta é uma boa oportunidade para campanhas online inteligentes. Pois nem a popularidade dos "Ligadores" ofusca a maioria arrasadora de "Recebedores".

Por Rafael Amaral às 22:42
Categoria:

1 Comentários Trackbacks

10/12/2007



O "viral" da internet já existe há muito tempo. Apesar de estar em alta hoje em dia, o processo viral vêm desde antes daqueles e-mails que enchiam as caixas de entrada com textos de autoria duvidosa de Paulo Coelho.

O boom recente sobre essa técnica - mais o termo que a técnica - trouxe tentativas pouco planejadas e, com elas, os briefings pedindo para "fazer um viralzinho no Youtube".

Celso Loducca disse algo muito interessante sobre o marketing viral:
Os virais não dão certo na maioria das vezes, mas fazem parte de um processo de experimentação. No começo, talvez as coisas aconteçam por ser uma novidade. Depois vão se ajustando aos poucos. É assim que sabemos o que dá certo e errado, o que realmente dá resultado positivo e o que só faz barulho. Nós estamos em processo de aprendizagem e, é claro, ainda amargaremos erros nesse campo.

Para comprovar, basta lembrar do "auê" que foi aquela história dos caras que queriam uma Ferrari. Tanto barulho por nada.

Por Rafael Amaral às 00:32
Categoria:

1 Comentários Trackbacks

05/12/2007



As palavras do Diego Jock sobre o sucesso das milhares de reactions do 2 girls 1 cup acenderam novamente o questionamento sobre o marketing viral.

O vídeo em questão, no qual duas mulheres praticam coprofagia, atrai atenção principalmente por despertar a curiosidade, como disse o Rony. Salvo as exceções que identificam-se com a prática sexual.

E embora concorde que o desejo humano de fazer parte de algo maior, citado pelo Raphael Pontual, seja um dos grandes motivadores para o sucesso do vídeo e suas reactions, há de se considerar o ponto de vista levantado por Alessandro Martins, sobre a banalização da qualidade do conteúdo.

O 2 girls 1 cup reactions atingiu o sucesso viral que muitas campanhas publicitárias adorariam alcançar. Mas não deve-se ofuscar o conteúdo na busca incessante pela melhor forma de viralização. De nada adianta gritar, gritar, e não ter nada a oferecer.

Por Rafael Amaral às 21:27
Categoria:

2 Comentários Trackbacks

03/12/2007



O "Efeito Axe" é tão difundido que não me surpreenderia se alguma pesquisa comprovasse que as pessoas acham mais fácil defini-lo do que explicar o Efeito Estufa.

E não é por menos. Com criativos de primeiro escalão desenvolvendo suas campanhas e um target que não só gosta, como exige ações diferenciadas, a Axe embarca nas redes sociais, cria estratégias virais e até mesmo ações de guerrilha para reforçar sua marca. Já o Efeito Estufa não recebe tanta atenção assim.


Como o Dia de Ação de Graças, o Natal pode trazer virais muito bacanas. O Diego Jock indicou um. Não tem nada de natalino, nem de bacana. Mas me fez lembrar a campanha "Get a Girlfriend". Adivinha de qual marca?

Por Rafael Amaral às 21:40
Categoria:

2 Comentários Trackbacks

13/11/2007



Parodiar nada mais é que fazer uma imitação cômica. Na publicidade, a paródia é uma grande ferramenta para tirar proveito de outra criação. Seja por bem, seja por mal.

Uma das campanhas da Sony Bravia, citada no post anterior, foi alvo de diversas paródias. Uma delas, inclusive, para uma bebida bastante famosa na Inglaterra, a Tango.


O mais recente caso de paródia publicitária é o anúncio que a Wonderbra fez em alusão ao famoso gorila baterista da Cadbury. Em seu lugar, uma linda modelo se inspira com um dos grandes hits de Phil Collins.


Para quem parodia, fica a responsabilidade de superar o original e os créditos pela boa execução. Ao parodiado, sobra a certeza de que a campanha obteve sucesso e os louros pelo prolongamento do buzz.

A não ser que, como disse o Rafael Ziggy, alguém resolva fazer uma paródia não tão agradável do seu anúncio.

Por Rafael Amaral às 20:26
Categoria: ,

2 Comentários Trackbacks

11/11/2007



O ARG da cerveja Guinness que o Merigo anunciou foi desvendado e o resultado é um filme ambientado em um vilarejo argentino fictício que mostra um efeito dominó bastante interessante.

Deixo as palavras sobre a mecânica da ação para a ótima análise da Taísa e arrisco uma opinião sobre o filme fora do contexto do ARG.


O efeito dominó é muito bacana e a expectativa em torno de qual será a última peça é muito grande. Arranca da memória aquele anúncio da Honda, citado pelo Matheus, e encanta pela ausência de efeitos especiais na produção da reação em cadeia.

Ler no Guardian que é o filme mais caro já produzido na história da Guinness resgata outra referência: o anúncio da cerveja Carlton Draught.

Certamente o anúncio não alcançaria o sucesso atual se não fosse o ótimo trabalho do planejamento mas a criatividade para anunciar tal tipo de bebida já é motivo suficiente a se brindar.

Por Rafael Amaral às 16:39
Categoria: ,

1 Comentários Trackbacks

17/10/2007



A Propaganda Futebol Clube, de Porto Alegre, lançou dois hotsites intrigantes. Enquanto um é todo angelical, o outro é demoníaco por inteiro.

Pesquisei aqui, perguntei ali mas não consegui descobrir do que se trata a campanha. Nos hotsites tem um espaço para você dar seu palpite e ver os dos outros.

Que diabos será aquilo? Alguém aí mata essa santa dúvida?

Por Rafael Amaral às 13:09
Categoria: ,

3 Comentários Trackbacks

05/10/2007



O marketing viral é uma das ferramentas que revolucionaram o século XXI. Tenha por exemplo o post abaixo.

E embora grande parte dos criativos considerem abandoná-lo em 2008, é ótimo ver que muitos acreditam na força do marketing viral e o utilizam com primor.

O Jack Ades, do Brief Blog, deu a dica da campanha da Playtex que em apenas 40 dias alcançou a marca de 4.000.000 visualizações.

E viva o YouTube.

Por Rafael Amaral às 00:22
Categoria:

1 Comentários Trackbacks

04/10/2007



Durante esta semana, os dois assuntos mais comentados pelos blogs publicitários foram os novos vídeos da Dove e da Sony Bravia.

A Dove lançou o Onslaught na tentativa de ser o próximo hit viral depois do enorme sucesso do Evolution. Que por sinal levou leão na categoria Film e Viral no festival de Cannes deste ano.
E a Sony Bravia lançou Play-Doh, o terceiro filme da série que já conta com Balls e Paint.

A pergunta da vez é: o sucesso dos primeiros vídeos será superado?

Acredito que não.

O que não quer dizer que Onslaught e Play-Doh sejam exemplos de fracasso. O que acontece é que a ausência do fator novidade deixa a sensação de "ah, legal, mais um" característica de filmes de sessão da tarde como Ninja Americano 1, 2, 3, 4. Você até assiste, mas não dá tanto entusiasmo em contar para os amigos.

Por Rafael Amaral às 22:08
Categoria:

0 Comentários Trackbacks

03/10/2007


A maioria das mulheres preza, e muito, pelos cuidados com os cabelos. Apesar da grande variedade de produtos no mercado prometendo ser a solução para os anseios femininos, tem gente que jura que já tentou de tudo para ter um cabelo lindo e, até agora, não teve sucesso.

A dica veio do Matheus Costa, que viu a chamada nos anúncios do AdSense e descobriu que a ação é de autoria da Unilever. Certamente vem produto novo por aí.

A idéia é engraçadinha e segue a linha do case Subservient Chicken, do Burger King. O que me fez lembrar duas das leis de marketing de Al Ries e Jack Trout, que o Mauro Sérgio citou:

1 - "É melhor ser o primeiro do que ser o melhor".

2 - "Se não puder ser o primeiro em uma categoria, estabeleça uma nova categoria em que possa ser o primeiro"

UPDATE 18/10: O mistério acabou. Como quase todo mundo suspeitava, a ação era para a linha Dove Therapy. E para não acabar assim, tão sem sal, lançaram um concurso.

Por Rafael Amaral às 13:22
Categoria:

2 Comentários Trackbacks

01/10/2007




O que a Skol, a Penalty e o Bruno Divetta têm em comum? Todos dão dor de cabeça.

Ok, ok. Isso é mania de tentar ser engraçado deste blogueiro que bebe Brahma e não é muito chegado em futebol. Então antes que os adoradores da "paixão nacional" e da gelada que desce redondo queiram me crucificar, vou levantar outro ponto em comum: idéias de sucesso.

No By the way, vi que a Skol, que já provou que tira de letra a comunicação com seu target, lançou uma campanha que aposta na interatividade para atrair atenção da moçada. Através de um site, você coloca legendas na conversa dos amigos daquele comercial da TV e cria o enredo que quiser. O legal é que eles liberam um código embbed para você divulgar seu video em scraps, blogs, fotologs ou aonde você quiser.

Lá no Ad Me, vi que a Penalty está com uma promoção para deixar você famoso. A proposta é você inventar um jogo, por mais pirado que seja, e mostrar em um vídeo de 30". A melhor parte é que os melhores vídeos vão ao ar nos programas esportivos da Bandeirantes e dão os segundinhos de fama que tanta gente almeja.

E pra fechar a rodada, tem mais Bruno Divetta. No Sim,Viral tem o novo vídeo do tal Divetta que mergulhou de cabeça na rede na tentativa de ficar na boca do povo novamente. Eu, que questionei quem diabos é Bruno Divetta, já não estou tão interessado. Talvez seja a segunda-feira, talvez seja a enrolação.

Por Rafael Amaral às 23:00
Categoria: ,

6 Comentários Trackbacks

21/09/2007



O viral da semana foi o video do tal Bruno Divetta. Suposto publicitário que lançou um video-portifólio-apresentação no YouTube e que até agora não se sabe ao certo se é um viral muito bem sacado ou uma tentativa de ganhar uns 5 minutos de fama.

O Carlos Merigo levantou a bola e mostrou alguns detalhes da ação (será que dá pra chamar disso?) que até o momento já teve mais de 12.000 views no YoutTube e do seu perfil no orkut, criado em 2004, que está recheado de comentários.

O xará Rafael Ziggy acha que o vídeo não passa de uma tática de auto-promoção que, apesar das gozações, pode ter um retorno interessante ou até alguma proposta de emprego.

E o Yassuda aposta que Bruno Divetta é apenas um mero principiante no bizonho e competitivo mundo empresarial.

Eu ainda não posso afirmar se é um viral ou só mais um fruto da competitividade do mercado publicitário, mas uma coisa me ficou clara: a onda pegou.

Vários blogs comentaram a ação (porque é que eu insisto em chamar de ação?), o perfil dele no orkut recebeu mais de 1.600 scraps e o número de views do vídeo está crescendo exponencialmente.

Se for um viral, o sucesso é garantido. Se for auto-promoção, também. Com tamanho potencial viral é bem provável que alguma marca se interesse em se mascarar em uma continuação do vídeo caso não tenha nenhuma por trás ainda.

De qualquer forma, grave bem o nome dele. Você ainda vai ouvir falar muito. Seja para o bem, seja para o mal.

Por Rafael Amaral às 09:35
Categoria:

3 Comentários Trackbacks

14/09/2007



Recebi por e-mail mais um vídeo dos caras que querem comprar uma ferrari e acho que a discussão entre ele ser um viral proposital, ou não, está prestes a acabar.


O palpite do Rafa, do Sim Viral, estava quase certo. Descobri o blog dos caras e minhas conclusões foram:

1 - Se o GT3 está por trás da ação e o objetivo é divulgar o campeonato ou alguma marca, falharam. O primeiro video conseguiu pouco mais de 2.000 views.

2 - Se não tem marca nenhuma por trás e os caras tentaram fazer um barulho na internet para terem a chance de pilotar uma ferrari, talvez consigam. Vai que alguma alma caridosa simpatiza com eles, né?

Uma coisa é fato: a idéia não colou. Na busca do "mais novo viral sensação da internet" ou de alguns minutos de fama, muitas idéias ficam pelo chão.

Por Rafael Amaral às 11:51
Categoria:

2 Comentários Trackbacks

13/09/2007



O hype passou, mas este post resolveu correr atrás. Na semana passada, a ação que ganhou destaque na maioria dos blogs publicitários foi o vídeo nonsense do chocolate Dairy Milk, da Cadbury.

O Felipe Senise, do Estalo, publicou um ponto de vista bastante interessante sobre a repercussão que o filme teve, ressaltando a importância desenfreada que as campanhas atuais dão ao buzz gerado, ao invés do conteúdo e dos motivos que levam as pessoas a aumentar os laços com a marca.

Ainda na mesma semana, o Media Post publicou um estudo da Jupiter Research que afirma que apenas 15% das campanhas virais no ano passado alcançaram a meta de mobilizar os consumidores a espalhar a mensagem do anunciante. Em parte, isso justifica a preocupação com o buzz.


Quanto ao video do gorila, eu gostei. Mesmo não sendo tão original, me rendeu um sorriso e conquistou minha atenção e meu interesse em compartilhá-lo com vocês.

É miopia dizer que o filme não tem ligação alguma com o produto. O chocolate proporciona momentos de alegria, o filme do gorila também o faz. Ao invés de bater na tecla "nosso chocolate te deixa feliz", encontraram uma maneira visual para mostrar o principal valor da marca.

O marketing de entretenimento parece ser uma ótima alternativa ao tradicional 30". Em vez de descarregar toneladas de informação do seu produto, entretenha o consumidor. Funciona.

Só não dá para apostar apenas no entretenimento, senão cai no tipo de propaganda "piadinha+logo", muito utilizado na televisão. Não funciona na tv, nem na internet. As pessoas lembram a piadinha e esquecem a marca.

Por Rafael Amaral às 09:39
Categoria:

2 Comentários Trackbacks

31/08/2007



Depois dos UFOs que foram tratados como virais e depois desmascarados como um experimento de um francês especialista em computação gráfica, a onda de conspiração anda solta sobre o que é viral, e o que não é.

O Alessandro deu a dica :


É difícil dizer. Pode ser um viral, como pode ser também apenas uma brincadeira entre amigos. É esperar para ver.

!UPDATE : O Rafael, do Sim Viral tem um palpite interessante sobre o viral. Arrisque o seu.

Por Rafael Amaral às 13:15
Categoria:

2 Comentários Trackbacks

31/07/2007



O meu xará do Sim,Viral opinou sobre o último viral produzido para o Dodge Nitro, que recebeu a seguinte nota do Blue Bus:

"A Chrysler pediu desculpas ontem pelo video em que um cachorro é fulminado ao tentar fazer xixi no pneu de um Dodge Nitro. O filme foi retirado do YouTube. A companhia disse em comunicado que o filme vai além dos limites do que a empresa considera apropriado, exibe tratamento inadequado de um animal e é de "extremo mau gosto". A peça foi criada pela BBDO Netherlands."

Concordo que a tentativa viral foi de péssimo gosto e merecidamente repugnada, mas vamos analisar um outro ponto.

A Chrysler criou um filme com o objetivo, acredito eu, de gerar boca-a-boca. Afinal, dificilmente uma empresa de tal porte aprovaria a iniciativa, consciente de que no mínimo a PETA e outros defensores dos animais protestariam.

Assim que as críticas descontentes começaram a surgir, ela retirou o filme de circulação retirou o filme do YouTube como forma de atender os pedidos e, assim, conseguiu alavancar ainda mais a publicidade gratuita.

Os grandes meios de informação noticiaram o ocorrido, gerando mídia espontânea, aumentando a visibilidade da marca e propagando o viral ainda mais longe.

Como é praticamente impossível retirar um vídeo da internet, qualquer interessado consegue encontrar o filme com uma rápida pesquisa no Google. Dando continuidade ao boca-a-boca, afinal, o povo adorar ver o que foi proibido, censurado, retirado ou seja lá o que for.

Aí você questiona "Ah, mas isso nao vai aumentar as vendas do Dodge Nitro". É, talvez não. Mas a Chrysler conseguiu fixar a sua marca na cabeça de milhares de pessoas sem pagar qualquer anúncio aos veículos tradicionais de comunicação, arcando apenas com os custos da produção do vídeo. Valeu a pena? Eu digo que sim.

Por Rafael Amaral às 14:40
Categoria: ,

6 Comentários Trackbacks

 
>