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08/01/2008



O ano começou e as novidades já estão pipocando. O Ziggy mostrou o novo layout do Sim, Viral e o Sem Rótulo, muito em breve, passará por uma grande reformulação.

E inaugurando os posts de 2008, segue um impresso que exclama impacto e incentiva a reflexão. Assim como a ação que o Raphael Pontual comentou, é mais um exemplo das campanhas de conscientização que tendem a aparecer ainda mais este ano.


TBWA,Paris - Anistia Internacional

Por Rafael Amaral às 21:26
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11/11/2007



Muitas das acusações de plágio ou excesso de referência se dão pelo simples fato de que, inevitavelmente, pessoas diferentes podem produzir idéias extremamente semelhantes. Como neste post em que cabeças diferentes tiveram idéias congruentes.

Por outro lado, existem as ocasiões em que a referência se faz necessária. Como nos casos em que o cliente é mundial e possui agências responsáveis por sua conta em diversos países, como é o caso da Sony Bravia.

Um anúncio da Bravia criado em Dubai foi comentado pelo Jack Ades, e difere totalmente da linha criativa adotada em Balls, Paint, Play-Doh e na comunicação impressa.


Mais que não seguir o conceito, não deixa nenhuma mensagem clara dos benefícios ou qualidades da Bravia. A única mensagem que achei cabível foi de que a Bravia é tão grande que você vê muito mais que um filme ou uma partida de futebol.

A não ser que tenha alguma referência à cultura árabe, a execução vai muito além, ou aquém, de ter "cores como nenhuma outra" como assina a marca.

Por Rafael Amaral às 19:07
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16/10/2007




Embora a expressão faça referência às Ilíadas de Homero e o Cavalo de Tróia, abro espaço para classificar este anúncio da vodka Absolut, criado na Grécia, como um verdadeiro presente para a campanha "In a Absolut World".

A tentativa das mãos gigantes de amenizar o aquecimento global, sem nenhuma conotação religiosa explícita, segue a linha da campanha perfeitamente.

E o curioso é que, se você também gostou do anúncio, dá até para comprar como presente. A dica vem do CCSP que mostrou que no eBay tem gente pedindo pouco mais de 10 dólares pelo tal impresso.

Presente de grego. No sentido literal.

Por Rafael Amaral às 00:17
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28/09/2007


Das cáries? Não, não. Aquele comercial da Colgate outra vez não, obrigado.

Não que eu apóie a proliferação das cáries, é que aqui a questão é salvar o mundo do desperdício. O Ponto Publicitário publicou uma mídia alternativa que o MINAE (Ministério da Energia da Costa Rica) criou para conscientizar a importância da reciclagem de papel.

A reciclagem do papel é tão importante quanto sua fabricação. A matéria prima para a fabricação do papel já está escassa, mesmo com as políticas de reflorestamento e umamaior conscientização da sociedade em geral.

Além da admirável iniciativa, o leque verde me chamou atenção por me recordar o anúncio do Toyota Prado 4×4, totalmente impresso em folha de bananeira, que levou o bronze na categoria Innovative Media do Clio Awards deste ano.

Como a bananeira só dá fruto uma vez ao ano, o aproveitamento das folhas, que anteriormente eram jogadas fora, é uma ótima alternativa ao desperdício. Com soluções simples e pequenas parcelas de colaboração de todos, é possível fazer a diferença na luta contra a destruição do planeta.

Por Rafael Amaral às 00:47
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26/09/2007




- É chupada!
- Não, não. É só referência.
- Pô! É plágio descarado!
- Deixa disso, é só fonte de inspiração.

Discussões sobre o que é cópia e o que é referência no mundo publicitário sempre existiram e sempre vão existir. Com a apropriação da cultura e das artes, o limite entre o que é plágio e o que é referência varia de indivíduo para indivíduo.

O Carlos Merigo, do Brainstorm#9, levantou novamente a questão do excesso de referência fazendo uma ligação entre o novo comercial do café três corações e o clipe da banda Blur.

Visto que obras derivadas são fruto de admiração e reconhecimento da obra primária, não acredito que sejam resultado da falta de criatividade. O que me parece é que tem muito mais ego em jogo do que preocupação com o material em si.

Mas como essa discussão parece não ter fim, e em cada situação provavelmente aparecerão argumentos sólidos em ambos os lados, que tal observar o lado bom das referências?

Ao se valer de imagens, obras de arte, filmes ou videoclipes, a publicidade consegue uma rápida identificação devido a relevância da referência e ao mesmo tempo uma associação da marca com a imagem. Principalmente nos casos em que o vínculo é tão forte que, ao ver a obra original, rapidamente lembra-se da peça publicitária.

A capa do disco Abbey Road, dos Beatles, é um ótimo exemplo. Vale a pena conferir esta coletânea de peças, sugerida pelo Javier Medina, o qual foi referência para esse post. Ou seria cópia?

Por Rafael Amaral às 08:58
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25/09/2007




Oliviero Toscani é sinônimo de polêmica. Desde a década de 90, quando fez os anúncios para a Benetton, Oliviero Toscani carrega seus trabalhos fotográficos com doses cavalares de controvérsia.

No seu mais recente trabalho, Oliviero Toscani convidou a modelo francesa Isabelle Caro, que pesa apenas 31 kilos, que há anos sofre de anorexia, para protagonizar a campanha da grife Nolita.

Independente de todo o atrito entre Toscani e o universo publicitário, é de se admirar a maestria de seus trabalhos quando a intenção é chocar.

Um aplauso para mais uma manifestação de atitude, de quem já escancarou a AIDS, o racismo, a guerra e a religião. E que não pare por aí.

Por Rafael Amaral às 00:46
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20/09/2007



Já falei sobre admiração que tenho pela People for the Ethical Treatment of Animals (PETA) em um outro post e hoje venho opinar sobre a sua mais nova campanha, que novamente criou polêmica entre os que aprovam e os que desaprovam a abordagem que a PETA emprega em suas peças.

Dessa vez, quem protagoniza a campanha é a estrela de Hollywood Alicia Silverstone. A moça que interpretou Heather Jasper Howe no filme Scooby-Doo 2 Monsters Unleashed, aparece sem roupa alguma dizendo: Eu sou Alicia Silverstone e sou vegetariana.

Até concordo com o comentário da Cíntia del Rio (será que é parente deste Del Rio?) quanto a exploração dos nus femininos nas propagandas. Hoje em dia associam qualquer produto com mulher pelada. E olha que eu até já palpitei que um dia isso vai acabar.

Mas há de se considerar a filosofia da ONG de que "Os animais não devem ser comidos, suas peles não devem ser vestidas, não devem ser submetidos a experiências ou servir de entretenimento". O nu, muitas vezes utilizado nas campanhas da ONG, é totalmente pertinente à mensagem. O que se exalta não é o erotismo e sim a metáfora com a pele dos animais.

Ao contrário do pessoal do Bicho de Goiaba, considero a campanha muito válida. Uma atriz de imagem pública forte, com valores em comum com a ONG (Alicia Silverstone é vegetariana há 11 anos), ajuda muito na conscientização que a PETA busca causar.

Quem quiser, pode ainda conferir um recadinho da Alicia no minisite da PETA.

Por Rafael Amaral às 14:24
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18/09/2007



Hoje eu quero tratar um assunto que já foi citado pelo nosso amigo galináceo aqui, mas que merece ser abordado novamente por se tratar de uma iniciativa louvável.

Como o Galo já falou, a Anistia Internacional nasceu em maio de 1961 após dois estudantes portugueses terem sido presos por terem gritado “Viva a Liberdade!” em via pública. Hoje a associação conta com mais de 1.8 milhões de membros de mais de 150 países do mundo inteiro.

Como toda associação sem fins lucrativos, enfrenta muitas dificuldades na batalha – independente de interesses governamentais – em proteção aos direitos humanos e, ainda assim, consegue fazer muito barulho.

E é esse o tema dessa coluna. O projeto Make Some Noise, da Anistia Internacional, mistura música, celebração e ações para defender a liberdade, justiça e igualdade onde tais valores são negados.

Yoko Ono cedeu os direitos do disco solo de John Lennon e da música Imagine – imagine quanto dinheiro foi “cedido” – para que as obras fossem interpretadas por outros grandes artistas que vão desde Aerosmith, U2, A-Ha, The Cure, Duran Duran e R.E.M até Avril Lavigne, Snow Patrol, Green Day, Jack Johnson e Black Eyed Peas.

Todo o dinheiro arrecadado com a venda das faixas, merchandising e conteúdo para celular (olha um bom exemplo de utilização de Mobile Marketing) é revertido para o fundo da Anistia Internacional.

No fim das contas, todo mundo sai ganhando. Os artistas que andavam “apagados” conseguem dar um brilho na imagem. Os que já estavam fervilhando na mídia ganham o rótulo de humanitários. A Anistia Internacional ganha maior reconhecimento e, consequentemente, maiores investimentos e associações. Cresce o número de pessoas carentes de ajuda atendidas pela Anistia.

Quer dizer, nem todo mundo sai ganhando. A DDB húngara deu um jeito de “cutucar” o presidente americano George W. Bush, o norte-coreano Kim Jong-il e o zimbabueano Robert Mugabe.


Acesse o site oficial para maiores informações.

Por Rafael Amaral às 11:54
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17/09/2007



Sexo é bom. Perfume também. Deve ser assim que se justificam muitas campanhas para perfumes mundo afora. É fácil resgatar na memória qualquer campanha de perfume que sugira alguma situação sensual ou de flerte romântico, principalmente as das grandes marcas.

Um toque sexy aqui ou ali é até bacana. Algumas marcas criaram certa atmosfera ao redor de seus produtos que permite a utilização do erotismo sem exploração. O que não anda acontecendo ultimamente.

O rapper Puff Daddy teve um comercial recusado pela MTV americana para o perfume feminino Unforgivable por conter imagens sensuais demais. Recusando-se a editar o filme, liberou na sua página do Youtube.


Imagens sensuais demais? Se isso é demais, o que dizer destas peças para o perfume "Tom Ford for Men" que o Marcus Negrão postou?


As campanhas para perfumes famosos estão ficando cada vez mais apelativas que a idéia do perfume Vulva (isso mesmo, você não leu errado) já não me parece tão absurda.

Por Rafael Amaral às 11:44
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27/08/2007



Sempre ouvi que um dos segredos de uma campanha de sucesso é a ousadia. "You have to have balls", ou como dizem por aqui, você tem que ter peito.

Contrariando o palpite do último post e a idéia de que na falta de criatividade tempo, apela-se para bebês e cachorrinhos, vi no blog do Agê Alessandro a nova campanha para a MTV australiana:



Quando disseram que para ter sucesso na propaganda deve-se ousar, ter coragem, ter "peito", não pensaram nas múltiplas interpretações da expressão.

Por Rafael Amaral às 23:10
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08/08/2007



No post sobre a campanha da Levi's americana eu disse que é incrível como muita gente ainda fecha os olhos para o filão de mercado imenso que é o mundo homossexual.

E ainda ontem, minha coluna na Casa do Galo foi sobre a campanha da MTV em prol do uso da camisinha.

Coincidência ou não, o CCSP deu uma notícia hoje sobre a nova campanha da Age para os preservativos Olla voltada ao público gay, com o mote "Pela Diversidade Sexual".

Com textos maravilhosos, a série de impressos evidencia o quão prejudicial à sociedade é o preconceito.



E olha que a Age não me dá nem um tostão para aparecer por aqui.

Por Rafael Amaral às 12:00
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23/07/2007



O Edson Queiroz, do Futuros mercadores de ilusão questionou o humor aplicado nesta série de anúncios para o Fiat Stilo Skywindow:


À primeira vista, fiquei pensando que se estão todos no teto-solar, quem é que está dirigindo? Mas isso não vem ao caso, o que o Edson questionou é a utilização dos modelos "gordinhos".


É difícil encontrar alguém que não perceba o humor e considere a peça ofensiva. Os "gordinhos" da peça estão sensacionais e suas condições não são o motivo principal da série. A idéia é mostrar que o teto-solar do Fiat Stilo é o maior que você já viu. E afinal, colocar modelos magrelos não faria o menor sentido.

Não consegui descobrir a agência responsável ou o país onde tal peça foi veiculada (se é que foi), mas assim como o Edson citou, se fosse no Brasil ficaria por conta do Conar avaliar se a peça é ofensiva aos padrões da sociedade, ou não.

Depende do senso de cada um. Assim como eu achei a peça bacana, você que está lendo pode ter achado um absurdo. Mas se ninguém arriscasse um humor nesta linha e pensasse minuciosamente em cada interpretação possível, teríamos apenas anúncios com a foto do produto e seu preço. No maior estilo varejista.

Por Rafael Amaral às 13:20
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18/07/2007



A People for the Ethical Treatment of Animals (PETA) - "Pessoas pelo tratamento ético dos animais", em Português - é uma organização não governamental que dedica aos direitos dos animais. Suas campanhas costumam ser bastante provocativas e polêmicas e mesclam o humor com imagens chocantes.

Recentemente a agência americana Markham Unlimited criou o seguinte impresso para a organização:


O copy incita que os seus pais provavelmente estão transando agora, mas você não quer saber disso. Assim como não quer saber o que se passa nas fazendas de abate de frangos e galinhas, contanto que no fim a carne esteja saborosa.

É incrível a genialidade das peças da PETA. Deve ser inspirador criar para uma instituição que preza pelos valores que você acredita.

Por Rafael Amaral às 10:57
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17/07/2007



A Flavia Brevi me enviou por e-mail uma campanha da agência italiana Forchets para o Caffe Latte da Emmi, um tipo de capuccino. O copy brinca com a expressão "Think Different" (Pense diferente) assinando "Drink different" (Beba diferente).


Além dos impressos bem produzidos e diferentes do que costuma-se ver por aí para esse segmento, a campanha conta com ações ambientes bem bacanas.


Nada tão surpreendente, mas admirável pela inovação na comunicação de bebidas deste tipo.

Ah! Não deixe de conferir minha coluna na Casa do Galo. Todas as terças-feiras.

Por Rafael Amaral às 17:38
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05/07/2007



Festivais de propaganda já viraram sinônimos de peças fantasmas há muito tempo, salvo algumas raras exceções. Até aí a gente até releva, mas, e quando o tal fantasma arranha a imagem do cliente? Ou pior, e quando o tal fantasma controverso é amplamente divulgado na internet?

O polêmico anúncio do iogurte Fit Light da Itambé gerou muita repercussão na internet, sendo citado em diversos blogs, na maioria dos casos, negativamente.

No site da fabricante Itambé tem uma notícia explicando que "a Itambé ficou indignada ao tomar conhecimento da propaganda do Iogurte Itambé Fit Light, cujas peças publicitárias se encontram disponíveis na Internet e foram criadas pela Agência de Publicidade Salles Chemistri para um festival de Propaganda".

Segundo a Itambé, as peças publicitárias enviadas pela agência para o festival não foram submetidas à aprovação do cliente e, portanto não expressam os reais valores da Itambé.

Não esculachando de vez a agência, que por sinal já fez ótimas campanhas para clientes como a GM e a Chevrolet, mas é um ótimo exemplo de que os grandes também erram.

E mesmo se o anúncio fosse um grande sucesso, qual é o ponto? Dizer que "somos capazes de criar ótimos anúncios, mas não suficientes para convencer nossos clientes a utilizá-los"?
A bola fora da agência me faz pensar. Será que a chance de arrematar mais um prêmio compensa o risco? Onde estão focados os objetivos da propaganda atual?

Por Rafael Amaral às 00:15
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02/07/2007



Em campanha contra o câncer de mama, a agência Team/Young&Rubicam de Dubai, Emirados Árabes, criou uma peça muito atrativa pela simplicidade. Com o copy em inglês Breast Cancer (câncer de mama), os dedos escondem as letras R e S transformando a frase em Beat Cancer (vença o câncer). O copy segue "Beat breast cancer, do regular self exams. Be aware" (Vença o câncer de mama, faça auto-exames regularmente. Previna-se). Solução simples e eficaz, a combinação perfeita.

Por Rafael Amaral às 09:25
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30/06/2007



A agência russa, Propaganda, criou este impresso para auto-promoção tirando um sarro dos clientes que acreditam que uma agência de propaganda não é necessária para uma boa campanha. O copy diz "Você acredita que pode lidar com propaganda por conta própria? Então não nos ligue no número 39-71-83".


O toque sutil de arrogância dá o tempero da peça, incitando tais clientes potenciais a enxergar o valor de uma agência profissional de propaganda.

A peça me lembrou um texto muito bacana do Alessandro Ribeiro divagando sobre o não conhecimento do valor do nosso trabalho.

Por Rafael Amaral às 19:09
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26/06/2007



Ao contrário dos anúncios do Iogurte Fit Light, a Dove deu continuidade à sua estratégia e lançou a campanha para a linha Pró-age reafirmando o valor da beleza natural. Toda a campanha busca transformar os padrões de beleza impostos pela sociedade e mostrar que a beleza também está presente fora do conceito magérrima-loira-de olhos azuis.


Os anúncios impressos acompanham o copy "Too many wrinkles to be in an anti-aging ad. But this isn't an anti-aging ad. this is pro-age. A new line of skin care from dove. beauty has no age limit" (Muitas rugas para um anúncio contra o envelhecimento. Mas isso não é um anúncio contra o envelhecimento. É a favor do envelhecimento. Uma nova linha Dove para tratamento da pele. A beleza não tem limite de idade).

Os impressos também estão disponíveis nesta e nesta versão, mas o sorriso confiante da modelo acima é o mais sensibilizador.

A campanha conta também com um anúncio para TV.
E você? Acredita que a beleza não é limitada pelo envelhecimento?

Por Rafael Amaral às 09:32
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17/06/2007



A Casa do Galo subiu hoje um post muito bacana sobre uma mala direta diferente uma ação de impacto em mass media da DHL. Trata-se de um pacote especial criado pela Matos Grey em parceria com a G2 Direct, para o envio das revistas Exame a seus assinantes ao invés do tradicional pacote de plástico transparente.

Outra boa sacada para a DHL foi este anúncio, criado pela Ogilvy holandesa, com o copy "It's a Small World" (O Mundo é Pequeno) enaltecendo a velocidade do serviço de entrega da empresa de uma maneira bem humorada.

Por Rafael Amaral às 18:58
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16/06/2007



As campanhas das empresas de transporte rápido FedEx e DHL costumam surpreender pela criatividade dos anúncios.

As peças abaixo, da FedEx, não ficam atrás e transcrevem a velocidade dos serviços simulando fatos imediatos que foram noticiados através da entrega rápida.


"Olá Tom, estão tocando a sua música preferida na rádio 4. Se cuida, Dave."


Olá pai. Eu estou na televisão! Veja no canal 2! Nos vemos em breve, Sarah."

Por Rafael Amaral às 17:13
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