27/12/2007



O Gustavo Fortes citou uma relação dos 5 vídeos virais mais assistidos em 2007 que veio a calhar nessa correria de final de ano.

A lista, elaborada pelo Financial Times, segue com:
Cadbury - Gorilla Drummer com 5 milhões de views

Smirnoff - Green Tea Partay com 3.4 milhões de views

Ray-Ban - Catch Sunglasses com 3.2 milhões de views

Blendtec - Will it Blend? iPhone com 2.7 milhões de views

Lynx/Axe – Bom chicka wah wah com 2.6 milhões de views

Com o aperto de tempo e as merecidas férias, faço deste o último post de 2007 com o desejo de felicidades e sucesso neste novo ano e a certeza de que grandes novidades virão para este blog.

Feliz 2008

Por Rafael Amaral às 14:19
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17/12/2007



O verão está chegando e as ações já começam a esquentar. Como você já deve ter visto, a Kibon lançará amanhã uma promoção para a linha Fruttare que quebra o clichê Palito Premiado. Evitando o gargalo dos postos de troca, você leva um iPod na hora caso encontre um dos 10 mil picolés premiados.

Outra ação da marca que me chamou a atenção foi o Desafio Fruttare com Rafinha Bastos. Com tamanha repercussão nos blogs nacionais, fui atrás de opiniões e me interessei pela observação da Tais.
Até aí, tudo bem, afinal Rafinha é um comediante conhecido certo? Todo mundo gosta de uma boa piada, ele realmente arrebata multidões por onde passa.

Sim, isso acontece quando Rafinha interpreta uma personagem, mas e na vida real?

Na vida real? Bem, de acordo com os vídeos lá do Desafio Fruttare, na vida real, o Rafael Bastos é um cara muito do mal humorado, isso sim.

Não conheço pessoalmente o xará para dizer se é mal-humor ou não mas duas coisas ficaram bastante evidentes:

1º - A autenticidade neste tipo de campanha é essencial. Qualquer deslize e o coro de "forçou a barra" cai em questão de minutos.

2º - A exposição que o Rafinha está recebendo talvez seja até maior que a da Kibon. Eu mesmo fiquei com mais vontade de assistir a um show que comprar um picolé.

Por Rafael Amaral às 22:32
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16/12/2007



Já se passaram mais de 3 meses desde que o filme hype do ano foi lançado oficialmente em Jundiaí e seus resquícios ainda ecoam.

E não é só o protagonista, Capitão Nascimento, e suas falas que renderam frutos em comerciais publicitários. Como o Silvio César mostrou, até o ator Caio Junqueira, que atuou em Tropa de Elite, teve lucro pós-filme.

No centro do Rio de Janeiro, o "Neto" resolveu mostrar para o MyMovies que não é moleque, é caveira.

Por Rafael Amaral às 23:41
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13/12/2007



Os aparelhos celulares são tão presentes no nosso cotidiano que tem até operadora rotulando os consumidores para vender planos de Natal.

Segundo as contas da Anatel, existem no Brasil 0,53 celular ativo para cada habitante. Não é à toa que as estratégias de mobile marketing andam crescendo no país.

Mas não é só aqui que o aparelinho e as campanhas que o envolvem fazem sucesso. O Rafael Ziggy mostrou recentemente uma campanha viral para o novo Astra TwinTop que gerou, a partir de 20 mil contatos iniciais, 450.000 ligações.

A idéia do videozinho ou hotsite que liga para o seu celular não é nova. O Yahoo! já usou, o Mini fez algo parecido e até a Seat arriscou-se. A novidade foi a abrangência enorme que a campanha teve.

Como o xará disse, esta é uma boa oportunidade para campanhas online inteligentes. Pois nem a popularidade dos "Ligadores" ofusca a maioria arrasadora de "Recebedores".

Por Rafael Amaral às 22:42
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10/12/2007



O "viral" da internet já existe há muito tempo. Apesar de estar em alta hoje em dia, o processo viral vêm desde antes daqueles e-mails que enchiam as caixas de entrada com textos de autoria duvidosa de Paulo Coelho.

O boom recente sobre essa técnica - mais o termo que a técnica - trouxe tentativas pouco planejadas e, com elas, os briefings pedindo para "fazer um viralzinho no Youtube".

Celso Loducca disse algo muito interessante sobre o marketing viral:
Os virais não dão certo na maioria das vezes, mas fazem parte de um processo de experimentação. No começo, talvez as coisas aconteçam por ser uma novidade. Depois vão se ajustando aos poucos. É assim que sabemos o que dá certo e errado, o que realmente dá resultado positivo e o que só faz barulho. Nós estamos em processo de aprendizagem e, é claro, ainda amargaremos erros nesse campo.

Para comprovar, basta lembrar do "auê" que foi aquela história dos caras que queriam uma Ferrari. Tanto barulho por nada.

Por Rafael Amaral às 00:32
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05/12/2007



As palavras do Diego Jock sobre o sucesso das milhares de reactions do 2 girls 1 cup acenderam novamente o questionamento sobre o marketing viral.

O vídeo em questão, no qual duas mulheres praticam coprofagia, atrai atenção principalmente por despertar a curiosidade, como disse o Rony. Salvo as exceções que identificam-se com a prática sexual.

E embora concorde que o desejo humano de fazer parte de algo maior, citado pelo Raphael Pontual, seja um dos grandes motivadores para o sucesso do vídeo e suas reactions, há de se considerar o ponto de vista levantado por Alessandro Martins, sobre a banalização da qualidade do conteúdo.

O 2 girls 1 cup reactions atingiu o sucesso viral que muitas campanhas publicitárias adorariam alcançar. Mas não deve-se ofuscar o conteúdo na busca incessante pela melhor forma de viralização. De nada adianta gritar, gritar, e não ter nada a oferecer.

Por Rafael Amaral às 21:27
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03/12/2007



O "Efeito Axe" é tão difundido que não me surpreenderia se alguma pesquisa comprovasse que as pessoas acham mais fácil defini-lo do que explicar o Efeito Estufa.

E não é por menos. Com criativos de primeiro escalão desenvolvendo suas campanhas e um target que não só gosta, como exige ações diferenciadas, a Axe embarca nas redes sociais, cria estratégias virais e até mesmo ações de guerrilha para reforçar sua marca. Já o Efeito Estufa não recebe tanta atenção assim.


Como o Dia de Ação de Graças, o Natal pode trazer virais muito bacanas. O Diego Jock indicou um. Não tem nada de natalino, nem de bacana. Mas me fez lembrar a campanha "Get a Girlfriend". Adivinha de qual marca?

Por Rafael Amaral às 21:40
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