31/08/2007



Para quem não sabe, hoje é comemorado o Dia do Blog. Idéia que surgiu da cabeça de algum ocioso ao perceber que os números 3108 (31 de agosto) lembram a palavra blog.

A iniciativa visa gerar um maior tráfego na blogosfera e recomendar outras leituras interessantes aos leitores.

A minha lista de indicados é:

Day-by-Day
Santo Blog Nosso de Cada Dia
Blog da Rua
Marmota, mais dos mesmos
Obvious

Por Rafael Amaral às 15:30

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Depois dos UFOs que foram tratados como virais e depois desmascarados como um experimento de um francês especialista em computação gráfica, a onda de conspiração anda solta sobre o que é viral, e o que não é.

O Alessandro deu a dica :


É difícil dizer. Pode ser um viral, como pode ser também apenas uma brincadeira entre amigos. É esperar para ver.

!UPDATE : O Rafael, do Sim Viral tem um palpite interessante sobre o viral. Arrisque o seu.

Por Rafael Amaral às 13:15
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30/08/2007



Você se lembra dos mamíferos da Parmalat? Aquela campanha de sucesso que usava bebês com fantasias de animais e tinha aquele jingle chicletão. É claro que você se lembra né, afinal, até "o elefante é fã de Parmalat". Mas caso a memória não esteja tão fresca, corre dar uma espiada nesse álbum de fotos indicado pelo Noel.

Assim como aquelas bolas de pelúcia da Coca-Cola, todo mundo queria ter um bichinho Parmalat. Uma jogada sensacional da DM9DDB na década de 90 que colocou a Parmalat no coração de toda mamãe brasileira.

A Africa, que hoje detém a conta da Parmalat, vai estrear nesta noite o seu primeiro trabalho para o cliente. No break do Jornal Nacional de hoje, a Parmalat vai mostrar em um filme de 1 minuto que os bebês cresceram, assim como sua linha de leites.

No final, a Gambá pergunta para a Gata: “Tomou?”. E a mamífera responde: “Ôoooo". Sugerindo que eles cresceram tanto nesses 10 anos graças ao leite Parmalat.

Enquanto o filme não cai na rede, vale a pena relembrar a campanha, que tem versão até em chinês:

Por Rafael Amaral às 13:26
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29/08/2007



O uso da interatividade está cada vez mais presente na propaganda, transformando-a em uma experiência prática e divertida.

O Guilherme comentou uma ação para o modelo Bi-Xenon, da BMW, realizada em 2003, e citou o pequeno aumento da publicidade interativa em cinemas durante esses 4 anos.

A questão dos cinemas, fica para outro post. Já sobre interatividade, não posso deixar de compartilhar a sacada da grife Ralph Lauren para alguns pontos-de-venda.

Há algum tempo as vitrines vêm recebendo um toque de tecnologia. Já se vê muitas projeções e animações em tela plana buscando a atenção do consumidor que passa pela loja.

A Ralph Lauren instalou uma tela touch screen de 78 polegadas em Londres há alguns meses, na qual os consumidores podiam conhecer a coleção e efetuar a compra no ato.


Provavelmente a instalação atraiu mais atenção pela novidade que pela praticidade da compra. De qualquer forma, cumpriu a função das vitrines: atrair o consumidor.

Por Rafael Amaral às 15:10
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28/08/2007



Gente insatisfeita com o corpo é o que mais se vê por aí. Mesmo com a onda Dove pela Real Beleza, todo mundo conhece alguém que está testando aquela nova dieta ou que entrou para a academia pra perder alguns kilinhos.

Obviamente, qualquer campanha que arrisque tocar no assunto deve abordar o tema cuidadosamente para não sair uma tremenda tragédia.

Curiosamente, o amigo Haendel Dantas subiu um post no Rough e outro no Comunicadores sobre a campanha da academia Sport Batel e a da alemã Future Sports.

A curitibana Sport Batel adesivou o interior de elevadores fazendo uma alusão ao ganho e perda de peso de acordo com o andar em que o usuário estava.


Já a alemã Future Sports adesivou os tradicionais indicadores "Você está aqui" dos mapas para sugerir que já é hora de você se preocupar com o seu peso.


Peças que transmitem a mensagem sem ofender o público e ainda deixam aquele gostinho de "porque é que eu não pensei nisso antes".

Por Rafael Amaral às 23:03
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27/08/2007



Sempre ouvi que um dos segredos de uma campanha de sucesso é a ousadia. "You have to have balls", ou como dizem por aqui, você tem que ter peito.

Contrariando o palpite do último post e a idéia de que na falta de criatividade tempo, apela-se para bebês e cachorrinhos, vi no blog do Agê Alessandro a nova campanha para a MTV australiana:



Quando disseram que para ter sucesso na propaganda deve-se ousar, ter coragem, ter "peito", não pensaram nas múltiplas interpretações da expressão.

Por Rafael Amaral às 23:10
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22/08/2007



No Brasil, propaganda de cerveja ainda é sinônimo de muito peito, bunda, barriguinha de fora, amigos e festa. Embora lá fora se faça muita propaganda de qualidade para bebidas alcoólicas e algumas agências tupiniquins consigam fugir do padrão "mulher gostosa", a propaganda nacional insiste em surrar ainda mais o velho conceito.

Mas não foi sempre assim. Quem é que não conhece o comercial da Antartica estrelado por Adoniran Barbosa, há cerca de 30 anos, por exemplo? A propaganda que ficou marcada pelo "Nóis viemo aqui pra bebê ou pra conversá?" teve um recall imenso mesmo sem mostrar nenhuma mulher gostosa de biquíni.

Na semana passada, o Ministério da Saúde estreou um comercial contra as bebidas com o slogan “Conheça os riscos, seja responsável”. Começando com cenas típicas da propaganda de cerveja, a peça desenrola situações de embriaguez, violência e acidentes, explicitando a mensagem: "O lado da bebida alcoólica que a propaganda não mostra”.


O Alessandro Dórea, do blog Xiscando, levantou a questão de que talvez esse seja o caminho para o fim das propagandas de bebidas, assim como aconteceu com o cigarro alguns anos atrás.

Embora acredite que a tendência natural é que a propaganda de bebidas seja praticamente extinta, o que mais me intriga, é a intenção do Ministério da Saúde ao atacar a propaganda de bebidas.

Se o objetivo é criar um clima que favoreça a aprovação de um projeto de lei proibindo a propaganda de bebidas alcoólicas, é compreensível. Mas se a idéia é combater o consumo excessivo de álcool, a coisa muda de figura. Qual é a vantagem em agredir o anúncio do produto quando o que se quer é combater o produto.

Se meu palpite estiver certo, as mulheres gostosas vão acabar. Mas não se preocupe, vai ser só nas propagandas de bebidas. Afinal, nossas novelas, mini-séries, big brothers, feirões de carro e anúncios de perfume não estão na mira do José Temporão e seu Ministério da Saúde.

Por Rafael Amaral às 15:22
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21/08/2007



Propaganda pra produto-tabu é um saco e ninguém nega. As lâminas de barbear são voadoras e sempre pousam na mão do homem que fica na frente do espelho sorrindo e passando a mão no rosto. As portas dos bancos nunca travam, nunca têm filas e todo mundo entra e sai feliz. As refeições matinais com margarina sempre reúnem a família em clima de festa logo pela manhã.

Propaganda pra absorvente íntimo então, nem se fala. Parece até que a mulher, quando está "naqueles dias", cria uma disposição descomunal para correr, dançar, andar de bicicleta (usando um short coladinho) e trabalhar, tudo em apenas 24 horas. Chega até a dar inveja daquela sensação de liberdade que só o Sempre Livre ou o Intimus Gel parecem poder proporcionar.

A cena é quase sempre a mesma. Ou é a mulher disposta e segura, o conceito "ultrafino-super-absorvente-que-não-marca-na-calcinha" ou a comparação entre um absorvente da largura de uma folha de papel com outro que mais parece uma bolacha goiabinha. Sem contar que nas propagandas elas sempre menstruam azul - isso eu confesso que nunca entendi.

E mesmo com a moda sustentável, citada pela Bruna Rocha, são pouquíssimas marcas que preocupam-se com a poluição causada pelos milhões de absorventes, e as suas embalagens, jogados no lixo todos os anos.

Claro que generalizar é injusto. Sempre aparece uma ou outra peça que consegue dar uma disfarçada no roteiro, mantendo a mensagem:



Além do mais, a mensagem implícita é vista de forma diferente mediante os interesses, cultura e uma série de outros filtros individuais. As propagandas de absorventes veiculadas na TV são vistas de forma totalmente diferente ao olhar de um homem e de uma mulher. Nós homens, não sabemos ao certo o que é o tal "maior conforto". Assim, é natural que tenhamos um olhar crítico mais apurado.

Coluna de hoje na Casa do Galo

Por Rafael Amaral às 11:42
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20/08/2007



Todo mundo se lembra da onda Bloqueio Não. Aquela sacanagem estratégica da Oi que gerou bons resultados de fidelização.

Considerando a repulsa do povo às campanhas enganosas e a imagem que a Oi adquiriu, resumida muito bem pelo Manoel Netto em "a Oi é uma empresa capitalista e só visa o lucro. Ela não está nem aí para você", o resultado esperado seria no mínimo uma queda nas vendas.

Daí que na última sexta-feira, o CCSP repercutiu a seguinte notícia da Folha Online:

A Vivo manteve a liderança no mercado de celulares em julho, registrando 28,11% de participação.

Dados da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) mostram que a fatia da Vivo ficou pouco abaixo da registrada em junho (28,35%). A TIM é a segunda colocada com 25,78%, seguida por Claro, com 24,67% e Oi, 13,08%

No mês de junho, a Oi tinha 12,78% de participação no mercado, o que mostra um sutil aumento de 0,3% após a campanha Bloqueio Não.

Sábado fui a um jantar em São Paulo, na Rua Augusta, conhecida pela facilidade em se encontrar gente fazendo sacanagem por dinheiro. Triste ver que na publicidade também tem gente disposta a utilizar tal abordagem.

Por Rafael Amaral às 13:14
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17/08/2007



Um dos motivos que mais me incentiva a blogar é a liberdade em expressar opiniões e encontrar diferentes pontos de vista. Claro que o blogueiro tem que ter noção de que a blogosfera não é a casa da mãe Joana e de que o respeito é fundamental.

Para aumentar os laços entre os blogueiros, o Mike, do Ordinary Folk, criou o "The Power of Schmooze Award". O prêmio simbólico, nada mais é que uma homenagem aos que buscam se relacionar com os outros blogs e blogueiros.

E o Sem Rótulo não ficou de fora e foi premiado pelo amigo Matt, do blog 30 segundos.

Dando sequência ao meme, o Sem Rótulo premia:

O Diego Jock da Casa do Galo
A dupla Bruno/Johanna do Direto do Forno
O Luciano do Louco não, publicitário!
O xará Rafael Ziggy do Sim,Viral
E o coletivo do Brifando

*UPDATE 17h13 - O Sem Rótulo foi indicado pelo Rough também

Por Rafael Amaral às 09:07
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15/08/2007



Ontem a coluna Persona, do Estadão, divulgou o resultado da pesquisa que a agência WoodySM2 fez para saber se o paulistano aprova o resultado da Lei Cidade Limpa.

63% pensam que a cidade melhorou e 37% acham que não.


Muito já foi falado sobre a polêmica e existia até um boato de que com a regulamentação, as placas e anúncios iriam voltar, moderadamente.


Com o cinza Kassabiano agradando, eu duvido. Talvez a população não goste mesmo de propaganda. Talvez o paulistano tenha um lado interiorano que simpatiza e preza pelo "clima de cidade do interior". Ou até pode ser que o paulistano carregue um saudosismo aos prédios antigos que agora possuem maior visibilidade, mesmo que abandonados em situação precária.

É melhor acordar. A pesquisa aponta para o fim da publicidade convencional que o consumidor novo, moderno e interativo não aceita mais.

Por Rafael Amaral às 11:43
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14/08/2007



Um dos assuntos mais comentados na última semana nos blogs nacionais especializados em propaganda foi a produção do filme Play-Doh.

Para quem ainda não sabe, depois de todo o sucesso e buzz gerado para o filme Balls e Paint, a Sony anunciou o início da produção do seu novo comercial para a linha de TVs Bravia.

O comercial está sendo rodado em Nova York, e o site Bravia Advert é abastecido diariamente com fotos da produção.

Recebi um e-mail de um amigo questionando se eu não iria comentar o andamento da produção. Quando li, achei bacana. Coelhos + Sony Bravia = Milhares de coelhos descendo uma ladeira. Bom, a parte da ladeira é apenas suposição, mas é fato que muitos coelhos protagonizarão o novo comercial.

Comecei a escrever o post e antes de terminar o terceiro parágrafo percebi que não estava expressando minha opinião a respeito. Recomecei o post. Pensei, pensei e pensei e não encontrei o que diabos eu poderia dizer sobre a produção do filme. Eles estão filmando o novo comercial e pronto. É isso. Quem é que vai se interessar em saber se eu acho bacana a Sony continuar a série de comerciais? Devo opinar sobre o filme que nem pronto está ainda? Isso é pauta de rapidinha de jornal, e não de post de blog.

Enquanto pensava no que dizer, ou não dizer, sobre o comercial, uma dúvida antiga veio à tona: Existe propaganda feita apenas para os que vivem o mundo publicitário?

Lembro que no filme Balls, vários colegas de profissão vieram comentar a qualidade da produção que conseguiu em apenas uma tomada captar tudo muito bem. Claro, um publicitário enxerga um comercial com outros olhos. A gente se deslumbra com um monte de bolinhas descendo uma ladeira e o nome de uma nova TV da Sony aparecendo no final. Tem gente que não.

Mas às vezes todo esse buzz no mundo da propaganda dá certo e cai na boca do povo. Lembro que muito antes da campanha do Twix aparecer na TV, eu já estava enjoado de ouvir tudo quanto é moleque na rua falando "chocolaaaaaaaate", "carameeeeeeelo" e "biscooooito".

Minha dúvida permanece. Será que é implicância minha ou nem todo mundo se encanta com bolas, tinta ou coelhos?


*Coluna de hoje da Casa do Galo.

Por Rafael Amaral às 09:42
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10/08/2007



No Estadão do último domingo (sim, aquele jornal que fez campanha contra os blogs), saiu uma matéria sobre o evento que a TAM patrocinou em São Carlos:

"Ao mesmo tempo em que negociava os valores da indenização com parentes das vítimas do acidente com o Airbus A320, o mais grave acidente aéreo do País, ocorrido no dia 17 de julho no Aeroporto de Congonhas, a TAM patrocinava no último sábado, 4, uma festa para donos de automóveis de luxo em São Carlos, a 235 quilômetros de São Paulo.

O evento Fly&Drive Experience, regado a champanhe e vinhos importados, reuniu cerca de 200 convidados no Centro Tecnológico de Manutenção Preventiva da empresa."

Uma leitora do Blue Bus classificou a iniciativa como "Marketing Sem Noção do Ano". Ser "sem noção" é agir por impulso e não pensar nas consequências. Reunir 200 convidados (o mesmo número de vítimas do acidente) em clima de festa, com menos de 1 mês do acontecido, é muito pior.

Apesar de ter uma estratégia de marketing agressiva, que inclui tapete vermelho estendido aos passageiros no embarque e desembarque, sala vip nos aeroportos mais movimentados do país, distribuição de balas e outros mimos ao longo dos vôos, a TAM não conseguiu consolidar sua marca ao longo da última década e o grau de admiração por parte dos consumidores tem oscilado.

Mesmo sendo a maior empresa aérea do Brasil, a adoção de estratégias de marketing como esta não faz mais que arranhar a imagem da marca. Pelo visto, Rolim Amaro levou consigo a fórmula para o sucesso da empresa.

Por Rafael Amaral às 13:32
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08/08/2007



No post sobre a campanha da Levi's americana eu disse que é incrível como muita gente ainda fecha os olhos para o filão de mercado imenso que é o mundo homossexual.

E ainda ontem, minha coluna na Casa do Galo foi sobre a campanha da MTV em prol do uso da camisinha.

Coincidência ou não, o CCSP deu uma notícia hoje sobre a nova campanha da Age para os preservativos Olla voltada ao público gay, com o mote "Pela Diversidade Sexual".

Com textos maravilhosos, a série de impressos evidencia o quão prejudicial à sociedade é o preconceito.



E olha que a Age não me dá nem um tostão para aparecer por aqui.

Por Rafael Amaral às 12:00
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07/08/2007



Campanhas com versões diferentes, adequadas a mais de um público, são um tanto raras. E é exatamente por isso que a nova campanha da Levi's, citada pela Helena, está dando o que falar.

Para divulgar a linha de jeans 501, foram feitas 2 versões do filme. Uma para o público heterossexual, e outra para o homossexual.


O interessante é que a produção é a mesma, mudando apenas o desfecho do filme. Dessa forma, a Levi's mostra respeito à igualdade de valores, muito necessário já que seus produtos são voltados ao público de poder aquisitivo relativamente alto.

Como o Mauro disse, gays são um público extremamente instruído, de bom gosto e que gasta cerca de 30% a mais que os héteros.

Incrível como muita gente ainda fecha os olhos para o filão de mercado imenso que é o mundo homossexual.

Por Rafael Amaral às 13:48
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06/08/2007



Nos últimos dias 21 e 22 rolou a edição 2007 do Manaus Folia, um dos carnavais fora de época que embalam foliões por todo Brasil.

A galera da agência Oana entrou no ritmo e resolveu oferecer um test drive diferente para o Honda Fit. Durante o evento, as pessoas podiam interagir com o carro e fazer fotos para recordação.


Gostei da iniciativa. Acharam uma alternativa para expor o modelo na festa já que um test drive real seria problema depois de tanta cerveja.


Dica do Wilson

Por Rafael Amaral às 14:42
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02/08/2007



O Dia dos Pais está chegando e os anúncios relacionados à data começam a esquentar.

Nesta quinta, estreou o filme criado pela Age para o Shopping Parque Dom Pedro, de Campinas. Aquele que fez a campanha das maçãs para o Dia dos Namorados.

O filme brinca com a situação em que os pais esquecem atrasam para buscar os filhos e nos faz lembrar o que foi dito sobre a mágica das crianças.


Para os papais não atrasarem mais, a cada R$200 em compras eles levam um relógio.

Isso mesmo! Avise seu pai que esse ano ele se surpreenderá. Chega do tradicionalismo dos pares de meias sociais, camisas e cintos. A inovação chegou. E ela usa relógio.

Nada contra quem é a favor dos presentes de última hora tradicionais, mas um pouco de criatividade e toque pessoal é sempre bem-vindo. E acredite, seu pai certamente compra camisas e cintos nos outros dias do ano.

Talvez seja gosto pessoal ou culpa da geração que usa o celular para fazer fotos, navegar na internet, agendar compromissos e, às vezes, fazer ligações telefônicas, mas acredito que o relógio de pulso foi substituído há muito tempo. Salvo pelas pessoas que o usam como acessório de beleza.

Numa profissão que está em constante atualização, é engraçado ver que certas coisas insistem em não mudar.

Por Rafael Amaral às 22:25
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01/08/2007



Toda vez que ouço alguém dizer "Gostoso é viver", "Essa é a real" ou "Viva o que é bom", rapidamente lembro daquele refrigerante preto que todo mundo toma sem saber direito do que é composto.

E apesar de alguns comerciais não me agradarem, deve-se afirmar que em outros eles acertam em cheio.

É o caso deste último anúncio que a agência espanhola Sra. Rushmore - que tem um nome muito bacana por sinal - fez para a gigante Coca-Cola.

Adaptando o grande sucesso "Lola", do grupo britânico The Kinks, ela mostra que a música está no lado Coca-Cola da vida.


E não é que a refrão gruda mesmo? Assisti ao filme pela manhã e me peguei cantarolando sem querer o resto do dia!

Por Rafael Amaral às 16:40
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